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11/05/26

Record Files ( 36 )

 


Picturesque Matchstickable Messages From The Status Quo” foi publicado pela PYE Records no Reino Unido em Setembro de 1968 nas versões Mono e Stereo.

Dava sequência a três singles de razoável sucesso e apresentava um quarto, “Technicolor Dreams / Paradise Flat” ( todos incluídos na edição UK ). O último acabou por ser retirado do mercado logo após a publicação.

O facto transformou “Technicolor Dreams” no artefacto mais raro e caro do espólio Status Quo. Ao longo dos anos foram encontradas algumas cópias de exportação na Suiça, Áustria e em Portugal.



( Versão USA )

A versão stereo do álbum para o mercado americano, rebaptizada pela Cadet Records de “Messages From The Status Quo”, foi publicada numa capa diferente e também com um conjunto de temas mais curto, dez títulos apenas.  

Saíram do alinhamento “Sheila”, um tema de Tommy Roe e “Green Tambourine” dos Lemon Pipers.




"Technicolor Dreams / Paradise Flat"

05/03/26

Record Files ( 35 )

 



"Stoneage Romeos" foi publicado no mercado americano pela A&M no decorrer de 1984 ( foto acima ).

A edição UK ( foto abaixo ) só aconteceria no inicio de 1985.

Os 11 temas são comuns às duas edições, ainda que o respectivo alinhamento seja diverso.

O design da capa americana é assinado por Donald Krieger.
O trabalho da capa UK tem a assinatura de Yanni Stumbles.



16/11/25

Record Files ( 34 )

 


Publicado no Reino Unido em Outubro de 1969 com o selo da Liberty, “I asked for water, she gave gasoline” reveste a forma de uma compilação.

O foco é o blues e os artistas são os da casa ( Tony McPhee, Jo-Ann Kelly, Andy Fernbach ... ). Um dos principais motivos de interesse reside nos dois temas de Andy Fernbach ( “She’s gone” e “Built my hopes too high” ) ambos ausentes do seu único álbum “If you miss your connexion” e só disponíveis na edição original do vinil.

A capa da edição inglesa reproduz uma pintura de inspiração surrealista da autoria de Jim Pitts.

A prensagem americana da Imperial não acompanhou o design da Liberty optando por uma obra de Kevin Leveque.




07/08/25

Record Files ( 33 )

 


Local onde, entre os anos de 1964 e 1972, operou o lendário clube Les Cousains, 49 Greek Street no bairro londrino do Soho, é também o título de uma muito interessante e pouco conhecida compilação do inicio dos 70s.

Com dedicatória: “For everyone who’s ever been on, played or sung at 49 Greek Street”, o álbum agrupa um conjunto de artistas com ligações contratuais a  Sandy  Roberton, o qual se encarregou da produção e também da constituição da banda de apoio ( Ashley Hutchings, Danny Thompson, Martin Stone, Andy Roberts, Terry Cox, Alan Davies e Gordon Huntley entre outros ).

À época, dos dez temas presentes nove eram inéditos, sendo que apenas “Spread Your Carpet” na voz de Nadia Cattouse tinha sido anteriormente publicado na compilação “Folk Festival”.

Os restantes constituem pequenas pérolas do psych-folk britânico com particular destaque para “Shifting Sands” pelos Synanthesia, o instrumental acústico “Untitled Piece” de Andy Roberts, “Running Shoes” de Al Jones ou “Strange Fruit” e “Persuasion” dos Tin Angel ( os Hard Meat aqui sob pseudónimo por razões contratuais ).

 Al Jones – “Running Shoes”

Andy Roberts – “Untitled Piece”

Tin Angel ( Hard Meat ) – “Strange Fruit”

Synanthesia – “Shifting Sands”

Keith Christmas – “Robin Head”

Robin Scott – “Red Road Digger”

Tin Angel ( Hard Meat ) – “Persuasion”

Nadia Cattouse – “Spread Your Carpet”

Mike Hart – “Elsie Straws Saga”

Al Jones – “It Takes a Lot To Laugh, It Takes a Train To Cry” ( Bob Dylan )


"Flashback" nº 3, 2013

03/07/25

Record Files ( 32 )



Entre outros, poucos, “Crucifix in a Horseshoe” é um dos álbuns que procuraria salvar de uma catástrofe natural, ou de qualquer outra. 

“Life After Dead”, “Motel Blues” e “And You Say I’m Too Dependent On My Mind”, os três primeiros temas, são absolutamente extraordinários, sendo que a versão electrificada de “Motel Blues” pede meças ao espartano e inspirador original acústico de Loudon Wainwright

Mais conhecido como cantor ( Manfred Mann, The Blues Band ), Paul Jones nunca viu justamente valorizados os seus dotes enquanto compositor, muito provavelmente porque “Crucifix in a Horseshoe”, o seu trabalho mais adulto, permanece ainda hoje relativamente obscuro, mesmo junto dos fãs da Vertigo, a editora que o publicou em Novembro de 1971. 

O Atalho já anteriormente fez referência ao disco na rubrica “Lost Nuggets nº 13”. Volta agora ao tema para sinalizar uma reedição em CD da RPM Records datada de 2010 e que terá passado relativamente despercebida. 

Não tanto pelo áudio, o qual permite descobrir detalhes dificilmente não identificáveis na edição original de vinil, mas sobretudo pela inclusão de mais seis títulos que resultaram de sessões levadas a cabo em 1972 e projectadas para publicação na Vertigo sob o número de catálogo 6360 075 ( logo após “Changes” dos Catapilla e imediatamente antes de “Belladonna” de Ian Carr ), algo que todavia nunca aconteceu porque os responsáveis da editora, ao que se sabe, não encontraram entre os temas propostos um potencial single. 



A referência a Catapilla e a Ian Carr não é inocente. Os 34 minutos que duram estes seis temas têm, do ponto de vista estético e/ou sonoro, mais a ver com aqueles projectos ( ou com outras matrizes Vertigo como Nucleus, Cressida ou Colosseum ) do que propriamente com “Crucifix in a Horseshoe”. 

Este foi gravado em Nova Iorque, produzido por Ted Cooper e arranjado por Thomas Jefferson Kaye, tendo contado com um naipe de músicos americanos para o efeito creditados como White Cloud e em cujos curriculuns surgem colaborações com Dr. John, Rhinoceros, Gene Clark, Byrds ou Elephant’s Memory . A pegada sonora é pois vincadamente americana. 

Os seis temas bónus no CD da RPM foram gravados em Inglaterra. Os músicos / co-compositores são, entre outros: George Khan ( Mike Westbrook Orchestra, Pete Brown and His Battered Ornaments, The People Band ), Dave Macrae ( Matching Mole, Nucleus, The Mike Gibbs Band, Soft Machine ), Gary Boyle ( Mike Westbrook Orchestra, Brian Auger & The Trinity, Isotope ), Roy Babbington ( Centipede, Keith Tippett Trio, The Mike Gibbs Band, Soft Machine, Matching Mole ) e Roy Otemro ( The Lee Riders ). 

No total e exceptuando o desajustado “Wrestler”, são 34 minutos de jazz rock experimentalista a que adicionam fortes pinceladas de Canterbury. Um conjunto aparentemente contrastante com o que se escuta em “Crucifix in a Horseshoe”. Apenas aparentemente, porque o substantivo “complemento” faz aqui todo o sentido.

12/05/25

Record Files ( 31 )

 


( CBS 63460 ) UK

Provavelmente o único álbum onde Jimmy Page e Richard Thompson partilham a guitarra solo, “Love Chronicles” foi editado no Reino Unido em Janeiro de 1969.

Nos Estados Unidos e Canadá, o disco foi licenciado pela Epic que optou por um design diferente. No caso recuperando a foto de Sophie Litchfield que figurava no verso da capa inglesa, para a destacar na frente.

Um dos grandes discos de Al Stewart ( “Zero she flies” será outro ), “Love Chronicles” conta com mais prestações da família Fairport Convention.

Assim, para além de Richard Thompson ( sob o pseudónimo de Marvyn Prestwick por razões contratuais ), estão também presentes Ashley Hutchings  no baixo, Martyn Lamble ( Martyn Francis ) na bateria e Simon Nicol ( Brian Brocklehurst ) na guitarra.



( Epic BN 26564 ) USA e Canadá

22/12/23

Record Files ( 30 )

 


Produto de uma época onde todas as inovações eram possíveis e todas as metamorfoses valorizadas “Soundtrack”, o primeiro álbum dos Principal Edwards Magic Theatre ( como o nome deixa antever, um colectivo de cantores, músicos, bailarinos, autores, coreógrafos e designers ) é uma experiência musical única que, suspeita-se, terá sido ainda mais intensa quando conjugadas em palco as vertentes sonora e visual.

Entre o folk acústico, o medieval e o heavy-rock, perfila-se uma intrigante complexidade que o  progressivo um pouco mais tarde viria a modelar.

Aqui e ali, a voz de Vivienne McAuliffe  lembra Celia Humphris, facto que deve ter contribuído para a cantora vir a integrar os Affinity após a partida de Linda Hoyle.

Produzido por John Peel e publicado no Reino Unido em Dezembro de 1969 através da sua Dandelion Records, “Soundtrack” seria também objecto de edição americana. Aí, a capa, pavorosa, presume-se que pretendia replicar um néon, mas pouco ou nada deve ter acrescentado ou contribuído para a divulgação e sucesso do álbum.



03/03/23

Record Files ( 29 )

 


( UK, Dandelion Records )

Publicado no Reino Unido pela Dandelion Records em Janeiro de 1971, o segundo e derradeiro álbum dos Siren "Strange Locomotion" é claramente mais consistente quando comparado com o registo homónimo de estreia da banda de Kevin Coyne e Dave Clague.

A curiosidade associada ao artefacto reside no facto de os alinhamentos e o design gráfico serem substancialmente diversos, daí esta chamada aos Record Files.

A versão inglesa inclui “Gigolo”, “Shake my Hand” e “Fat Moaning Minnie”, temas não constantes nas prensagens americanas. Em sentido inverso, estas incluem “Lillian” e “The Stride”, composições ausentes da edição Dandelion.

As capas são ( como se comprova pelas fotos ) também elas distintas. Capa dupla com design de Nick Cudworth e John Jones na edição UK, capa gimmick simples para a publicação da Elektra nos Estados Unidos.



( USA, Elektra/Dandelion )

15/11/22

Record Files ( 28 )

 


Intrigante, no mínimo, a capa do único single dos Fairport Convention editado em Portugal em meados de 1969.

Terá pouco a nada a ver com o tema de Dylan e menos ainda com "Genesis Hall" de Richard Thompson.

A incredibilidade adensa-se quando nos cruzamos com a capa de "Moog Groove" dos Electronic Concept Orchestra, um álbum de versões / easy listening onde apesar da presença de temas muito respeitáveis, os Fairport Convention estão completamente ausentes.

O pastiche como recurso criativo.


10/10/22

Lost Nuggets ( 163 )


 The Silkie "Sing the Songs of Bob Dylan" ( Fontana TL 5256, 687350 TL ) Mono, UK, 1965

- “The times they are a-changin”

- “Dylan’s dream”

- “When the ship comes in”

- “Boots of Spanish leather”

- “Blowin in the wind”

- “Long time gone”

- “It ain’t me babe”

- “Tomorrow is a long time”

- “Black crow blues”

- “Love minus Zero/No Limit”

- “Girl from the North Country”

- “Mr. Tambourine man”

The Silkie: Silvia Tatler ( voz ), Mike Ramsden ( voz e guitarra ), Ivor Aylesbury ( voz e guitarra ) e Kevin Cunningham ( baixo acústico ).

Canções: Bob Dylan

Texto da contracapa: Alistair Taylor.



Aproveitando o sucesso da versão dos Silkie para "You've got to hide your love away", o álbum foi publicado no mercado americano exactamente com esse título. A produção do tema consta ter sido do próprio John Lennon.

O alinhamento da edição americana é distinto da inglesa, sendo que sairam quatro canções de Dylan ( "Boots of Spanish leather", "Black Crow Blues", "When the ship comes in" e "Long time gone"), substituídas pelo referido tema dos Beatles e por três originais dos Silkie.

15/09/22

Record Files ( 26 )

Publicado em Agosto de 1969, "These Things Too" o terceiro álbum dos Pearl Before Swine foi objecto de uma pequena polémica gráfica quando da sua edição na Alemanha. 

 A capa reproduzindo a pintura “Christ Benching” da autoria do pintor renascentista Giovanni Bellini ( 1430 – 1516 ), foi considerada demasiado polémica para o mercado germânico, sendo substituída por um grafismo inócuo e completamente afastado do grafismo padrão da banda de Tom Rapp ( em baixo a explicação do compositor ).
"We changed labels in 1969. We went from ESP to Warner Brothers/Reprise. Our first for them, "These Things Too", was banned in Germany. The cover was a Bellini painting of Christ from the 16th Century and in it (His?) right breast is exposed. Too much for the Germans. Reprise re-released it with nothing on the front except the name."
( capa da edição alemã )

21/07/21

Record Files ( 25 )

 


Mr. Fantasy”, o primeiro álbum dos Traffic, foi publicado em Inglaterra em Dezembro de 1967. A capa, dupla e de inspiração psicadélica estava em perfeita consonância com a música que albergava.   

Meses mais tarde, a edição americana objecto de capa simples e novo design, começou por se chamar “Heaven in your mind” ( título de um dos temas do LP ), evoluindo em edições posteriores para “Mr. Fantasy”.




O alinhamento das canções é radicalmente diverso, sendo que a publicação USA retira “Utterly Simple”e “Hope I never find me there”, acrescentado os singles “Paper Sun”, “Hole in my Shoe”, “Smiling Phases” e “We’re a fade you missed this”. As misturas apresentam também elas diferenças significativas.

Na foto da capa surgem apenas Steve Winwood, Jim Capaldi e Chris Wood, omitindo Dave Mason que entretanto havia abandonado a banda.



Em cima os quatro singles / EPs portugueses onde constam vários temas pertencentes ao universo “Mr. Fantasy”.

27/03/21

Record Files ( 24 )




Paddy is dead and the kids know it” era já um artefacto anacrónico quando foi publicado pela Golden Guinea ( uma subsidiária da PYE ) em Dezembro de 1969.

Mais de meio século volvido, àquela característica deverá acrescentar-se uma tremenda raridade, para além de valores de mercado verdadeiramente obscenos, inerentes à escassez da oferta é certo, mas desajustados se se considerar apenas a vertente artística da compilação.

À data, Pat Egan, um jornalista musical irlandês, pretendeu dar a conhecer um conjunto de bandas emergentes nas duas Irlandas. Para a história terá ficado a intenção, o voluntarismo do promotor e o défice de talento patenteado pela maioria dos grupos chamados a colaborar.

Coabitam em “Paddy is dead …” versões mais ou menos anémicas dos Beatles, Phil Spector / Ike & Tina Turner, Gershwin, Carl Perkins, Status Quo, Grapefruit ou Blood Sweat & Tears, todas candidatas ao esquecimento uma vez terminada a respectiva audição.


( Taxi )

A pérola, curiosamente um original, é responsabilidade dos Taxi, um quinteto originário de Ballymena na Irlanda do Norte. O seu “Counting Time My Way” poderia perfeitamente ter integrado “This was”, “Stand Up” ou “Benefit” dos Tull e, muito provavelmente, ninguém o acharia desajustado.

Captada num cemitério, a foto da capa da compilação, juntando uma cruz de inspiração celta e um sorridente projecto de skinhead, também não deve ter ajudado em nada o departamento de vendas.


( Record Collector Magazine # 378, Agosto 2010 )

03/03/21

Record Files ( 23 )

 


Em 2008, dando sequência a um trabalho de pesquisa e produção levado a cabo por Andy Zax, a Rhino Records propôs-se compilar e reeditar todas as gravações conhecidas de David Ackles para a Elektra Records.

Em concreto: os álbuns “David Ackles”, “Subway to the Country” e “American Gothic”, mais oito temas inéditos e/ou versões diferentes entretanto editadas em single.

There is a River: The Elektra Recordings” estava pronto. Alinhamento, booklet - incluindo textos de Elvis Costello e Bernie Taupin ( este último produtor de “American Gothic” ), – número de catálogo atribuído ( 8122-74884-2 )

No último instante ruiu o acordo com os representantes legais do espólio de David Ackles e a edição abortou.

Ao que se sabe, foram na altura distribuídas algumas cópias promocionais. Andarão por aí, algures …





( Detalhes do booklet  )

29/08/20

Record Files ( 22 )


Capa da edição UK


Muito provavelmente o “crossover” definitivo entre as músicas rock e clássica, “Renaissance” foi publicado no Reino Unido em finais de 1969.

Na origem, a edição recebeu uma capa dupla, tendo o vinilo sido prensado pela famosa Orlake Records.  A etiqueta rosa da Island apresentava uma superfície rugosa, característica das edições da época.

Nos Estados Unidos o disco foi publicada pela Elektra Records ( etiqueta vermelha ). A capa passou a simples com design diverso e algumas edições incluíam um folheto com as letras.

Os temas e respectivo alinhamento acompanhavam  a edição inglesa.


Capa da edição USA


Folheto

19/07/20

Record Files ( 21 )


Por volta de 1971 a Elektra Records estava no seu auge. O fundo de catálogo era vasto e constituía um case study no seio das editoras norte-americanas.

"Garden Of Delights" é isso mesmo, uma delícia. Uma compilação absolutamente essencial para os que se quiserem debruçar sobre o tema.

A edição original americana ( Elektra S3-10 Stereo) reveste a forma de um triplo álbum com 41 temas. Capa simples, inclui 3 outras capas  interiores com detalhadas notas sobre os títulos abordados.

A edição inglesa ( Elektra ESP 9001, Stereo ) optou por um álbum duplo, 24 temas, e uma capa dupla.


( contracapa da edição USA )

28/03/20

Record Files ( 20 )


Amiúde catalogado como o opus dos Groundhogs de Tony McPhee, "Split" foi publicado no Reino Unido pela Liberty Records em Fevereiro de 1971, envelopado numa sugestiva e diferenciada capa dupla.
A edição norte-americana na United Artists ( foto abaixo ) mereceu também uma capa dupla. Todavia, do ponto de vista gráfico muito distante da sua congénere inglesa, quer no exterior quer no interior. O alinhamento de temas era igual.


04/02/20

Record Files ( 19 )


Saídos dos Skip Bifferty, Mick Gallagher e John Turnbull publicaram na Decca em Janeiro de 1971 o excelente "Arc At This" sob a denominação de Arc.

Onze meses depois associaram-se a outro ex-membro dos Bifferty, Graham Bell, lançando "Bell + Arc".

Ainda que os temas e respectivo alinhamento sejam iguais, a edição original inglesa apresenta uma capa dupla laminada; ao contrário a capa para o mercado americano é simples e diversa do ponto de vista gráfico.


03/01/20

Record Files ( 18 )


( Edição UK )

O primeiro álbum da Incredible String Band foi publicado no Reino Unido em Setembro de 1966 na versão Mono. O disco só conheceu edição norte americana em Abril do ano seguinte. O alinhamento dos temas é idêntico nas duas publicações, ainda que as capas sejam diferentes.
 

( Edição USA )

26/11/19

Record Files ( 17 )


"Stranded", o segundo álbum do duo pop-psicadélico  Rod Edwards / Roger Hand ( ambos ex - Picadilly Line ) foi publicado no Reino Unido no inicio de 1971.

A capa original, da autoria de Klaus Voormann, foi na altura considerada excessiva para o mercado americano e, ainda que os temas e o alinhamento sejam os mesmos, a publicação do disco nos Estados Unidos recebeu um capa com um design menos enfático e mais patriótico.