14/11/18
Graham Nash "Over The Years"
01/05/18
Neil Young "Roxy, Tonight's The Night Live"
Escrito e composto em cima dos falecimentos de Danny Whitten e Bruce Berry, sendo por isso frequentemente retratado como um álbum “negro”, 43 anos após a primeira publicação, assume-se a par de “On The Beach”, como um dos discos mais consistentes de Neil Young. Onde “Harvest” era luz, esperança, algum humor e ingenuidade quanto baste, “Tonight’s” habita o campo oposto: é sombrio, triste, quase desesperado ... Não obstante, sobreviveu como poucos ao teste do tempo.
09/07/17
"English Weather"
05/01/17
06/08/16
Kikagaku Moyo "House in the tall grass"
18/07/16
Matt Valentine "Blazing Grace"
10/11/15
Elyse Weinberg "Greasepaint Smile"
Canadiana de Toronto, Elyse Weinberg, tal como muitos músicos seus compatriotas, emigrou no final dos 60s para Laurel Canyon. Frequentou o circulo de Neil Young e Cass Elliott, ganhou notoriedade e em 1969, aos 23 anos, publicou um promissor álbum de estreia.
16/09/15
Country Playground "Turdus Merula"
13/11/14
Jardins do Paraíso ( XXXIX)
29/09/14
Neil Young
04/02/14
Artefactos ( 37 )
Ao contrário, podia aqui dar exemplos de discos de Young que talvez nunca devessem ter sido editados. E não se trata de uma opinião, antes de matéria de facto. Mas a coerência nunca foi uma das qualidades do canadiano.
Em 1973, quando "Time fades away" foi publicado no Reino Unido, a Reprise avançou com um "one side promo sampler" que incluía extractos de "Don't be denied", "Love in mind" e "Last dance". Nada de absolutamente essencial para quem possui o álbum, mas ainda assim uma curiosidade à atenção dos coleccionadores.
05/12/13
Neil Young
04/10/13
Killers, Angels, Refugees ( 30 )
I am a lonely visitor
I came to late to cause a stir
Though I campaigned all my life
Towards that goal.
I hardly slept the night you wept
Our secret's safe and still well kept
Where even Richard Nixon has got soul
Even Richard Nixon has got soul.
The podium rocks in the crowded waves
The speaker talks of the beautiful saves
That went down long before
He played this role
For the hotel queens and themagazines
Test tube genes and slot machines
Where even Richard Nixon has got soul
Even Richard Nixon has got it,
Soul
Hospitals have made him cry
But there's always a free way in his eye
Though his beach just got
Too crowded for his stroll
Roads stretch out like healthy veins
And wild gift horses strain the reins
Where even Richard Nixon has got soul
Even Richard Nixon has got soul
I am a lonely visitor
I came to late to cause a stir
Though I campaigned all my life
Towards that goal.
Foi publicada originalmente na compilação "Decade" ( 1977 ) e, ao contrário do que possa parecer está longe de constituir um anacronismo.
02/04/13
Arbouretum "Coming out of the fog"
07/11/12
Rock & Folk
11/06/12
Patti Smith "Banga"
Desde há uma semana, a mais recente produção de Patti Smith não para de rodar, em modo “repeat”. E não se prevê nenhum timing para retorno à normalidade.
25/03/12
Lost Nuggets ( 45 )

Capa: direcção artística de Gary Burden; Fotos de Joel Bernstein
14/11/10
Killers, Angels, Refugees ( 20 )

You never see us 'cause we don't come around.
We got twenty five rifles just to keep the population down.
But we need you now, and that's why I'm hangin' 'round.
So you be good to me and I'll be good to you,
And in this land of conditions I'm not above suspicion
Well, it's so good to be here, asleep on your lawn.
Remember your guard dog? Well, I'm afraid that he's gone.
It was such a drag to hear him whining all night long.
Yes, that was me with the doves, setting them free near the factory
Where you built your computer, love.
I hope you get the connection, 'cause I can't take the rejection
I won't deceive you, I just don't believe you.
Well, I'm a barrel of laughs, with my carbine on
I keep 'em hoppin', till my ammunition's gone.
But I'm still not happy, I feel like there's something wrong.
I got the revolution blues, I see bloody fountains,
And ten million dune buggies comin' down the mountains.
Well, I hear that Laurel Canyon is full of famous stars,
But I hate them worse than lepers and I'll kill them in their cars.

24/10/09
Killers, Angels, Refugees ( 3 )

You've got planes flying in the sky
Flying bombs made to
Break up other lies in your eye
There's a man who says he can
put an end to war
They shot George Wallace down
He'll never walk around
Mines are sleeping in the sea
Blow those bridges down
Burn that jungle down and kill those Vietnamese.
There's a man who says he can
put an end to war.
In the morning when you wake up
You've got planes flying in the sky
Flying bombs made to
Break up other lies in your eye.

( capa da edição portuguesa de "War Song" )
"War song", um tema construído em cima de um dos riffs mais "primários" de Neil Young, foi publicado em single a 5 de Junho de 1972. Tinha como objectivo apoiar a campanha de George McGovern, o homem que os democratas escolheram para tentar retirar Nixon da Casa Branca. O objectivo não foi conseguido mas a canção, uma das menos conhecidas do autor, nunca teve tempo para envelhecer.
12/12/08
Neil Young "Sugar Mountain, Live at Canterbury House 1968"

Cronológicamente as fitas que perpetuaram este concerto, situam-se entre o fim dos Buffalo Springfield, no verão de 68, e a publicação de “Neil Young” no Natal desse mesmo ano. Os concertos acústicos que o canadiano protagonizou serviram para testar a reacção do público face às canções que iriam integrar o primeiro álbum solo. E, a avaliar pelo que nos é possível escutar em “Sugar Mountain”, o teste só pode ter sido um sucesso.
Neil Young é um artista multifacetado, caprichoso, imprevisível e frequentemente incoerente. Mas é exactamente quando se apresenta rigorosamente a solo ( acompanhado pela guitarra acústica e/ou piano ) que atinge o cume da “sua” autenticidade. Por outras palavras: existem vários “Neil Young”, uns muito bons outros um pouco menos, porém é quando surge mais “desprotegido”, sem as guitarras em “feedback” e longe das cavalgadas apocalípticas Crazy Horse ou outros jogos de espelhos sonoros de inspiração “country” que Neil nos deixa perceber a verdadeira dimensão do seu talento. Como aqui.

O curioso e hoje talvez motivo de surpresa para muitos, reside no facto de ao escutarmos estas canções, interpretadas de forma simples e despojada ( sem os arranjos de matriz barroca que de alguma forma ajudaram um pouco a datar o álbum “Neil Young”), nos ser sugerida uma espécie de paragem no tempo. Afinal, não terão passado 40 anos. Paradoxalmente ou talvez não, os temas que Young abordou nestas canções são hoje, individual e colectivamente, tão importantes como o eram em 1968.
Porventura a melhor prova da sua extraordinária dimensão.
*** Nota a propósito da anunciada edição do 1º Volume dos “Arquivos”***
Mesmo para os apoiantes da primeira hora como eu, começa a faltar a paciência para o comportamento errático manifestado por Neil Young a propósito da publicação dos seus famosos "Arquivos".
Agora, ao que parece, decidiu-se pelo DVD e pelo Blue-Ray e a data avançada para o lançamento é o final de Janeiro 2009. Só que os preços previstos ( nomeadamente pela Amazon e já contemplando o desconto promocional ), 310 dólares para a versão DVD e 324 dólares para o Blue- Ray, são no mínimo especulativos, para não lhes chamar obscenos. Como o primeiro volume dos “Arquivos” terá 10 discos, estamos a falar de uma média de 31 dólares cada, o dobro do que é normal e expectável. Um livro e uns quantos posters não justificam este desvario, sobretudo quando ao cabo e ao resto o que interessa aos fãs é basicamente a música.

Com tanto tempo dedicado à preparação da edição dos “Arquivos” o músico deveria ter pensado numa solução que do ponto de vista do custo fosse menos ofensiva para todos aqueles que lhe apoiaram a carreira durante 4 décadas.
Dito isto, o Atalho não voltará a abordar o tema dos “Arquivos”.
Ps: enquanto ultimava estas linhas soube que, fruto das abundantes críticas ou simplesmente porque mudou de novo de opinião, o homem voltou a usar a barriga e empurrou a data de lançamento dos “Arquivos” para Abril / Maio 2009. Mais do mesmo portanto.




















